terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Como quero sentir
Os teus lábios nos meus
Não consigo pedir
Ser eu a beijar os teus

Beleza suave, cede
Leve como plumas;
Até o fogo arde...
E tu alheia, nada amas!?

Queria apenas um dia
Todo o infinito beijar
E assim ter a alegria
De um alegre chorar

Um dia há-de chegar
E alguém terá de dizer
Que vale a pena gostar
Sem ter medo de perder.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Sentir sangue a fluir
A alegria nos lábios
Digo, não sei porque banir
Alegria, beijos e abraços

Trunfo potente e brutal
Que reinas na mente e coração
Sem nada, nem sequer perdão
Dás uma flor símbolo da paixão

Sentes a conquista do amor?
O poder que incide em ti?
Lembraste, ainda o que é a dor?
Talvez, desse dia em que nasci!

Estado imenso de alegria
Solto de correntes, sem tristeza
E digo o que sentia,
Aquilo que afinal era a beleza!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Sobrevive ingenuidade

Que malvadez teria quando dormi
A mais estrelada noite de Inverno
E quando ao teu lado adormeci,
Logo o meu mundo volveu Inferno

Reencontro a esperança no olhar
Árduo levanta, na esperança de ver.
Não findo para te poder amar,
Luto cá dentro para não te perder

Nas noites sonho sem abrigo
Os abraços entre os cobertores
Dou vida a um sonho antigo
Nesta cheia esfera de horrores.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

A verdadeira beleza

São verdes de tão maduros serem
os frutos que colhi
bonitos para os tolos verem
o caroço só eu vi!




( Momentos só nossos!!)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008